sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Mousse de Chocolate c/ Coco

Uma sobremesa do bem, sem nenhum produto animal, e todos os ingredientes são crús. Essa receita é inteiramente crudívera. Todos os ingredientes são do mundo vegetal. É uma receita leve, nutritiva, fácil de fazer, e acima de tudo deliciosa... É só alegria... Recomendo mesmo esta receita.

Serve 4

2 abacates médios
2 bananas
1/4 xícara cacau crú em pó
1 colher (sopa) coco ralado

Colocar abacate, banana, e cacau em pó em um processador de alimentos e processar até obter uma mistura homogenea. Deixar na geladeira 2 horas antes de servir.

Depois de servido, adicionar o coco ralado por cima.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Salada de Pepino c/ Sementes de Gergelim Preta e Gengibre

Uma salada refrescante p/ os meses mais quentes. O gengibre adiciona um sabor picante, e a mistura com shoyu me traz memórias do leste.

2 porções

1 pepino grande, cortado em tiras bem finas
1 colher de sopa de vinagre de maçã
1 colher de sobremesa de shoyu (molho de soja)
1 colher de sobremesa de mel de agave (pode-se usar mel de abelhas, mas não será mais vegano)
1 colher de sobremesa de gengibre, ralado
1 colher de sobremesa de gengibre, cortado em tiras bem finas
1/4 colher de sobremesa de pimentinha vermelha em flocos
1 colher de sobremesa de sementes de gergelim preta
1/2 colher de sobremesa de sal marinho

Colocar as rodelas de pepino em camadas em um escorredor de massas, cobrindo cada camada com sal. Deixar a água escorrer pelo menos 10 minutos.

Em uma tigela separada misturar vinagre, shoyu, agave, gengibre ralado e pimenta em flocos.

Depois de 10 minutos expremer as rodelas de pepino gentimente com as mãos p/ retirar o excesso de água.

Misturar as rodelas de pepino com a mistura do vinagre, acrescentar as sementes de gergelim e o gengibre cortado em tiras.

Colocar na geladeira antes de servir.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Torta de Coco - super vegana

Aqui estou eu mais uma vez me aventurando no departamento de sobremesas. Até que estou acertando. Essa torta ficou um show. Minha afinidade com coco vem desde muito cedo na vida. Eu me lembro que ainda criança li uma vez que a água de coco tem as mesmas propriedades do nosso sangue, e que muitas vezes em campos de guerra foi usada como soro. Desde então o coco tornou-se um dos meus alimentos favoritos. Essa torta é saudável, fácil de fazer e espero que vocês gostem tanto quanto eu.

10 fatias

Massa (crosta):

1 xícara de farinha de trigo branca
1 colher (sopa) the açúcar
1 colher (cafezinho) de sal
1/3 xícara the margarina
¼ xícara de água fria

Recheio:

200 gramas de tofu extra firme
1 1/3 xícara de leite de coco
1 xícara de açúcar
¼ xícara de margarina
2 colheres (sopa) de farinha de trigo branca
1 colher (sobremesa) de extrato de amêndoas (se preferir, pode usar extrato de vanila)
1 ½ xícara de coco ralado, sem ser adocicado

¼ xícara de coco ralado, sem ser adocicado, para colocar por cima da torta.

Em uma tigela média, misturar a farinha de trigo, o açúcar e o sal. Adicionar a margarina e trabalhar com um garfo para misturar bem. Começar a adicionar a água aos poucos. Trabalhar com as mãos para criar uma mistura bem homogênea. Caso a massa fique muito mole, colocar um pouco mais de farinha para dar liga novamente. Formar uma bola, cobrir e refrigerar por 30 minutos.

Retirar a massa da geladeira e abrir em formato de disco numa superfície pulverizada com farinha de trigo. Eu usei uma garrafa de vinho vazia para abrir a massa. Se a massa ficar grudenda ao abrir o disco, pulverizar com mais farinha. Abrir um disco de mais ou menos 27 cm de diâmetro. Dobrar o disco pela metade, e depois pela metade novamente para ficar mais fácil de colocar no pirex. Abrir a massa em um pirex de mais ou menos 23 cm de diâmetro. Aparar as bordas e deixar repousar.

Aquecer o forno a 170C.

Colocar o tofu em um liquidificador ou processador de alimentos, e processar até virar um purê. Adicionar o leite de coco e o açúcar e processar mais um pouco. Derreter a margarina. Adicionar a margarina, a farinha e o extrato de amêndoas ao tofu e processar. Adicionar o coco ralado, porém não bater mais e sim misturar com uma colher. Colocar a mistura do tofu dentro do pirex com a massa da crosta.

Levar ao forno e assar por mais ou menos 45 minutos, até que a crosta comece a dourar nas beiradas e o recheio crescer um pouco. Retirar do forno. O centro da torta ainda estará meio mole, mas irá endurecer a medida que a torta comece a esfriar. Espalhar o restante do coco ralado por cima da torta e deixar esfriar por completo. Colocar no refrigerador por pelo menos 2 horas antes de servir. Eu gosto mais ainda dessa torta no dia seguinte.

Nota: Essa receita é vencedora. Foi inspirada em uma das minhas escritoras favoritas: Hannah Kominsky. O livro dela, My Sweet Vegan, é um dos meus favoritos também. As receitas são incríveis, as fotografias maravilhosas e a forma como ela escreve é inspiradora.

Sopa de Vegetais ao Curry Indiano

Eu sei que estamos em pleno verão na nossa querida terra e também em plena semana de carnaval. Porém, nós que moramos no hemisfério norte estamos em pleno inverno. Embora eu não possa me queixar muito aqui em Key West, pois o inverno aqui é bem ameno, essa época do ano pede uma boa sopa. Portanto guardem essa receita para quando dias mais frios chegarem. Eu criei essa sopa ontem a noite e repeti duas vezes. Ficou uma maravilha. É super fácil de preparar e o melhor é que podemos utilizar quaisquer vegetais que tivermos disponível na geladeira.

PS: Postarei a receita em seguida.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Salada de Couve com Tomate e Creme de Abacate

Essa salada é uma das minhas favoritas. Eu gosto demais de tudo o que é verde. Também gosto muito de tomate cereja, principalmente quando coloco um inteiro na boca, começo mastigar e o tomate solta todo o seu liquido de uma só vez. O creme de abacate acrescenta mais sabor ainda e uma textura incrível a essa salada simples, porém muito elegante.

4 porções

3 xícaras de couve, picada em tiras bem miúdas
2 xícaras de tomate cereja, cortados pela metade
2 abacates médios, sem caroço e sem casca
3 colheres (sopa) de cebola, picado bem miúdo
Suco de 1 limão

Em uma tigela, usando as suas mãos, misture bem a couve, a cebola e o abacate. Misture até o abacate cobrir bem a couve - É uma sensação muito boa usar as próprias mãos para preparar o alimento que irá nos nutrir. Adicionar os tomates, o suco de limão e misturar mais um pouco.

Deixar na geladeira até a hora de servir.

Nota: Se preferir, acrescente um pouco de sal e azeite de abacate para dar mais um gosto. Eu não acho nescessário.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Cupcakes de Chocolate com Extrato de Amêndoas

Já faz algum tempo que venho cultivando o desejo de fazer cupcakes. Principalmente após alguns papos com a Laila (www.vegchica.blogspot.com). Ainda mais agora que possuímos o mesmo livro. Pois então; hoje minha amiga Marsella, 6, me pediu para fazer cupcakes para a turma inteira dela no colégio. Quatorze alunos ao todo. Bem, quando uma criança nos pede algo, é impossível recusar, então arregaçei as mangas e me coloquei a trabalhar. Quem me conhece sabe bem que eu amo cozinhar, mas doces, sobremesas, bolos, etc, não é exatamente o meu ponto forte. Eu raramente me aventuro nesse departamento. No final das contas deu tudo certo. Os cupcakes veganos ficaram deliciosos e o mais importante: a Marsella está radiante. Como ela mesmo diz para suas coleguinhas: “não usamos animais para fazer nossos cupcakes”.

12 cupcakes

1 xícara de leite de soja, sem sabor
1 colher (sobremesa) de vinagre de maçã
¾ xícara de açúcar
1/3 xícara de óleo de canola
1 colher (sobremesa) de extrato de vanila
½ colher (sobremesa) de extrato de amêndoas (pode-se substituir por extrato de vanila ou outro extrato de sua preferência)
1 xícara de farinha de trigo
1/3 xícara chocolate em pó vegano
½ xícara de amêndoas, trituradas, opcional
¾ colher (sobremesa) bicarbonato de sódio
½ colher (sobremesa) fermento em pó Royal
¼ colher (sobremesa) de sal

Aquecer o forno, 160C.

Em um tigela média misturar bem o leite de soja e o vinagre, e deixar descançar por 5 minutos para o leite coagular. Adicionar açucar, óleo de canola, extrato de vanila, extrato de amêndoas e bater com uma batedeira até ficar espumado.

Em uma tigela separada misturar farinha, chocolate em pó, bicarbonato de sódio, fermento Royal e sal. Bem devagar, adicionar os ingredientes secos ao leite de soja, ao mesmo tempo batendo com a batedeira para incorporar bem. Continue batendo até obter uma mistura homogênea.

Colocar a mistura nas formas de assar, mas não encher até o topo. Encher as formas mais ou menos até ¾ de altura. Assar de 18 a 20 minutos. Fazer o teste do palito para ter certeza que está no ponto. Retirar do forno, retirar das formas de assar e deixar esfriar completamente.

Cobertura de Musse de Chocolate

400 gramas de tofu firme, deixar escorrer bem para eliminar qualquer líquido excessivo.
¼ xícara de leite de soja, sem sabor
2 colheres (sopa) de néctar de agáve, pode ser qualquer adoçante natural que substitua o mel
1 colher (sobremesa) de extrato de vanila
1 ½ xícara de chocolate vegano, cortado em pedaços pequenos

Esmague um pouco o tofu com um garfo e coloque no liquidificador. Adicione leite de soja, agave, vanila e bater até ficar bem cremoso.

Derreter o chocolate em banho maria, mexendo frequentemente com uma espátula ou colher de pau. Quando ochocolate estiver derretido, retirar do fogo e deixar repousar por 5 minutos, mexendo de vez em quando. Misturar o chocolate ao tofu no liquidificador e bater até ficar bem misturado. Se a mistura ficar muito grossa (o que é bom), desligar o liquidificador, raspar as paredes do mesmo com a espátula e bater mais um pouco. Colocar no refrigerador no mínimo por 1 hora.

Decorar os cupcakes a gosto.

Nota: Essa receita foi retirada do livro Vegan Cupcakes Take Over the World, um dos meus livros favoritos. Eu resolvi adicionar as amêndoas trituradas por uma questão de gosto pessoal.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Lasagna Viva c/ Ricota de Castanha

Meu maior desafio quando crio pratos crudíveros, é aguçar a criatividade. Estou me aventurando em mares nunca dantes navegados aqui na minha cozinha e portanto, é como ter que aprender a cozinhar novamente, pois as técnicas são bem diferentes do que estamos acostumados. Já faz algum tempo que venho tentando uma receita digna de sucesso, e eu sou bem rigoroso quanto a isso. Com toda sinceridade, acho que hoje eu consegui. Essa lasanha ficou linda e muito deliciosa. Fácil de fazer, preparei em 20 minutos, e saudável por ser crúa, com todos os alimentos vivos. Espero que você goste tanto quanto eu.

4 porções

3 zucchini (abobrinhas), cortadas pela metade e depois cortadas em fatias bem finas ao comprido
3 xícaras funghi (ou qualquer champignon de sua preferência), cortados em fatias bem finas
2 tomates grandes, cortados pela metade ao comprido e depois cortados em fatias bem finas
1 xícara de azeitonas pretas, sem caroço e cortadas em rodelas
1 colher (sobremesa) azeite de oliva extra virgem

Molho Branco

2 xícaras de castanha de cajú, crúas
Suco de 1 limão, 2 colheres (sopa)
1 1/2 xícara de salsão, picado (usar somente o talo e não as folhas)
1 colher (sopa) de cebola, picada
2 colheres (sopa) de tomilho
1/2 xícara de água (acrescentar água aos poucos e somente a quantidade necessária)


Primeiro prepere o molho branco. Em um processador de alimentos processar todos os ingredientes (do molho), menos a água.

Acrescente água aos poucos, adicionando somente a quantidade necessária. A consistência do molho deve ser firme. Colocar na geladeira.

Eu usei um intrumento de cozinha chamado Mandolim para cortar o zucchini e o champignon, mas podem também ser cortados a mão, com uma faca bem afiada e uma mão bem firme.

Montar os pratos individualmente.

A primeira camada da lasanha deve ser o zucchini. Colocar 3 fatias de zucchini no centro do prato. As beiradas das fatias devem ficar uma em cima da outra. Com a ajuda de uma colher espalhar um pouco do molho branco cobrindo bem a camada de zucchini.
Para a próxima camada, cobrir o molho branco com fatias de tomate. E finalmente adicionar fatias de champignon em cima dos tomates.

Repetir o processo acima ao montar a segunda camada da lasanha: zucchini, molho branco, tomate e champignon. As fatias de zucchini devem ser colocadas na direção oposta da primeira camada. Isso dará mais estrutura a lasanha.

Depois de duas camadas montadas, finalizar com uma última camada de zucchini, mais uma vez em direção oposta a camada anterior. Adicionar a camada final de molho branco e decorar com as azeitonas.

Regar com o azeite.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

"Zucchitelle" (tagliatelle de zucchini) ao molho Alfredo

Essa receita crudívera fica melhor cada vez que eu faço, e desta vez eu usei o Molho Alfredo, que é um ótimo complemento. Não há nada melhor que comer alimento vivo. Esse prato realmente se assemelha ao tagliatelle tradicional, mas sem o peso dos carbohidratos e do amido. O corpo realmente se revigora e agradece.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Penne alla Parigina

Esse prato é uma adaptação da receita do meu grande amigo e irmão Chef Amélia, um dos melhores chefs que já conheci. Foi com ele que eu trabalhei em Nápoles, e foi com ele que aprendi muitas receitas e tecnicas. Trabalhamos juntos no Ristorante Da Fefè onde eu era seu ajudante de cozinha. A receita original leva creme de leite, e o champinhon e a abobrinha são cozinhados por muito mais tempo do que eu cozinhei. Na verdade a abobrinha cozinha até quase desmanchar por completo na receita original para formar o molho junto com o creme de leite. Como pensei no Amélia hoje (ele agora trabalha em Bolonha e continua maravilhando seus clientes com seu talento) resolvi homenageá-lo com esse prato, seguindo meus próprios princípios veganos e de pouco cozimento dos alimentos. O creme de leite é vegetal e caseiro.
:
4 porções

Molho Branco

1 xícara de castanha de cajú, preferencialmente crúa (sem ser tostada)
1 xícara de leite de soja, sem sabor
Suco de 1 limão
½ colher (sobremesa) de sal

Em um processador de alimentos, processar as castanhas e o suco do limão. Aos poucos adicionar o leite de soja até obter a consistência desejada. Cuidado para que o molho não fique muito aguado. Reservar.

Molho Parigina

4 xícaras de champinhon (fresco), cortados em fatias
1 colher (sobremesa) de alho, picado
3 colheres de sopa de azeite
1 colher de sobremesa de sal
2 colheres de salsinha verde, bem picada

2 xícaras de Penne, ou outra massa curta de sua preferência

Colocar água em uma panela média e ferver a água. Ferver os champinhons na água por 1 minuto. Com a ajuda de uma escorredeira, “pescar” os champinhons da água e deixar descancar por uns minutos. Reserve a água da fervura.

Em uma frigideira em fogo baixo, acrescentar o azeite e o alho. Cozinhar por 1 minuto ou até que o alho fique transparente. Adicionar os champinhons (já fervidos), o sal e misturar bem. Cozinhar por 1 minuto. Adicionar o molho branco e misturar bem. Cozinhar por mais 1 minuto. Se o molho estiver muito grosso, acrescentar um pouco da água da fervura do champinhon. O molho deve ficar com a mesma consistência de creme de leite.

Zucchini (Abobrinha)

2 zucchini médios, cortados em fatias diagonais

Colocar o zucchini em uma grelha de fogão bem quente. (Grelha de fogão é uma frigideira com as marcas de uma grelha. Uma frigideira comum, bem quente também serve, embora o zucchini não terá as marcas da grelha). Cozinhar por 1 minuto de cada lado, virando o zucchini apenas uma vez. Retirar do fogo.

Enquanto isso ferva a massa na mesma água do champinhon. Quando a massa estiver pronta, misture a massa com o molho de champinhon e cozinhe por 1 minuto. O suficiente para incorporar o molho com a massa. Não deixar o molho secar.

Servir a massa em pratos individuais. Coloque 4 fatias de zucchini por prato em cima da massa. Adicione um pouco de salsinha verde por cima.

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Penne Girasol, com tomate, rúcola, figos secos e sementes de girasol

Esse prato é bem diferente e muito delicioso. Até a hora de entrar na cozinha eu não tinha a mínima idéia o que preparar. Ainda bem que hoje é um daqueles dias que quaisquer que sejam os ingredientes utilizados, os sabores se complementam como alquemia. Um excelente prato que irá agradar a muitos. Uma ótima alternativa para servir algo original. Ficou leve e saudável.
:
serve 4 pessoas

2 xícaras de penne
1 xícara de tomates, picados
3 xícaras de rúcola
1/4 xícara de figos secos, cortados em 4 ao comprido
1/4 xícara de vinho branco, seco
2 colheres (sopa) de azeite, de boa qualidade
1 colher (chá) de alho, picado
Sal a gosto

Fever água em uma panela e cozinhar a massa de acordo com as instruções. Eu gosto de acrescentar um pouco de sal na água para dar gosto na massa.

Colocar o azeite e o alho em uma frigideira em fogo baixo. Quando o alho ficar transparente, adicionar o tomate e cozinhar por 1 minuto. Acrescentar o vinho e cozinhar por mais 4 minutos. Prestar atenção para não cozinhar demais os tomates para não desmancharem muito. Nesse ponto o vinho já deverá ter evaporado. Desligar o fogo, acrescentar a rúcola, os figos, sal a gosto e misturar bem.

Escorra a massa e coloque em uma travessa. Coloque o conteúdo da frigideira junto com a massa e misture bem. Eu gosto de colocar um pouco mais de azeite para realçar o sabor.

Coloque as sementes de girasol por cima e sirva sem deixar esfriar.

Nota:

Devido ao tempo de cozimento reduzido, os alimentos mantêm suas propriedades nutritivas.

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Risoto de Beterraba com Nozes

Qualquer semelhança com saboroso, não é mera coincidência. Ficou delicioso mesmo! O adocicado da beterraba combinado com a textura das nozes é uma união vencedora. Dessa vez eu servi com abacate como complemento.

Se for do seu gosto, pode adicionar uva passa também. Fica ótimo! Como sempre, eu procuro cozinhar os alimentos o mínimo possível, principalmente os vegetais, portanto eu adicionei a beterraba bem no final do cozimento do arroz. Esse prato não somente ficou divino, mas também ficou super nutritivo.
:
4 porções
2 beterrabas grandes ou 3 médias, descascadas
1 cebola pequena, picada
1 xícara de arroz para risoto (grão curto), não lavar o arroz
4 colheres (sopa) de azeite
½ xícara de vinho branco seco
3 colheres de leite de soja, sabor natural
2 colheres (sopa) de margarina
2 colheres (sobremesa) de sal marinho
½ xícara de nozes, picadas em pedaços graúdos
1/3 xícara de salsinha verde, bem picada

Aquecer o forno 220 graus.

Colocar as beterrabas em uma forma untada. Cobrir a forma e assar por mais ou menos 1 hora, até as beterrabas ficarem macias. Olhar de vez em quando para ter certeza que não estão queimando. Quando estiverem macias, retirar do forno, deixar esfriar e cortar em cubos.

Enquanto isso, colocar uma panela média com água em fogo alto até a água ferver. Baixar o fogo porém manter a água fervendo durante o cozimento do arroz.

Em uma frigideira média, adicionar o azeite, a cebola e levar ao fogo médio. Quando a cebola começar ficar transparente, baixar o fogo, acrescentar o arroz, o sal e mexer bem por 1 minuto. Acrescentar o vinho e continuar mexendo para o arroz não grudar no fundo. Quando o vinho evaporar começar a colocar água fervente aos poucos, mas não cobrir o arroz totalmente. Sempre mexendo bem. Cada vez que a água evaporar, aos poucos acrescentar mais água, e continuar mexendo. Repetir esse procedimento até o arroz ficar cremoso e macio, uns 25 minutos em média. Acrescentar as beterrabas, a margarina e o leite de soja. Mexer bem até todo líquido evaporar. Cobrir a panela e deixar o risoto repousar por 5 minutos.

Transferir para uma travessa e decorar com as nozes e a salsinha verde.

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Couscous Marroquino com Vegetais e Castanha ao Curry Caribenho

Para quem gosta de delirar, esse prato é um bom começo. Muito fácil de fazer e super saudável. Eu servi com uma salada de alface, tomate e pepino com molho vinagrete. Perfeito para aqueles dias quando o tempo está curto. Qualquer combinação de vegetais pode ser usada. Bom apetite.

Serve 4 pessoas.
:
Couscous

1 xícara de couscous
1 xícara de água
1 colher (sopa) de azeite
Sal a gosto

Ferver a água. Acrescentar o azeite e o sal. Retirar do fogo. Addicionar o couscous e misturar bem. Tapar bem a panela e aguardar até que a água seja bem absorvida pelo couscous, mais ou menos 15 minutos. Com um garfo, 'solte' bem o couscous, e tape novamente.

Vegetais

1 xícara de couve-flor, cortada em pedaços pequenos
1 xícara de pimentão vermelho, cortado em quadrados pequenos
1 xícara de grão de bico, lavado e escorrido
1/4 xícara de cebola, cortada em quadrados pequenos
1 colher (sobremesa) de sal
1 xícara de castanha de cajú crúa
1/2 xícara de vinho seco
3 colheres (sopa) de azeite
Coentro para decorar

Colocar uma frigideira em fogo médio. Acrescentar azeite, couve-flor, pimentão, grão de bico, cebola e sal. Misture bem e cozinhe por 3 minutos. Adicione o vinho e cozinhe por mais 3 minutos ou até o vinho evaporar. Adicionar a castanha e retirar do fogo. Como sempre poquíssimo cozimento para não perder os nutrientes e enzimas. Enzimas são muito sensíveis ao calor.

Curry

1 colher (sopa) de curry, usar curry de boa qualidade
1 xícara de leite de coco
1 colher (sopa) de azeite
1/2 xícara castanha de cajú crúa, triturada

Colocar uma frigideira pequena em fogo baixo. Acrescentar azeite e curry. Misturar bem e aquecer por 1 minuto. Acrescentar o leite de coco, misturar bem e cozinhar por 1 minuto ou até começar a ferver. Retirar do fogo.

Em pratos individuais, servir o couscous, os vegetais e por cima servir o curry. Decorar com o coentro.
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domingo, 18 de janeiro de 2009

Pudim de Coco com Milho

Essa é uma daquelas receitas que agrada a todos. Fácil de fazer, saborosa, nutritiva e não requer o uso do forno ou fogão. O milho e o coco já são um pouco adocicados por natureza, e a combinação com o mel de agáve dá um toque quase que sedutor. É uma sobremesa que pode ser comida sem peso na consciência.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Penne com Brócolis, Castanha triturada e Creme de Leite Vegetal


segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Carpaccio da Vida, com alcachofras

Cada mordida é uma explosão de sabores!

sábado, 10 de janeiro de 2009

Salada de Beterraba c/ Agrião e Pistachio


quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Lo Mein com vegetais ao curry indiano picante e coco


Baba Ghanouj (Patê de Beringela) com Pão Árabe


quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Minha visão pessoal...

O mistério da vida está escrito nas estrelas... As respostas estão dentro de cada um de nós. (KC)
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Sopa de Milho com Coco decorada com Abacate


terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Bolinho de Milho servido com Espinafre

Todos os ingredientes são crús.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Quinoa Tricolor com Curry ao Coco

Ingredientes crús: Abobrinha, champinhon, pimentão vermelho, castanha de cajú, coentro e cebolinha verde.

A abobrinha, o champignon e o pimentão vermelho são adicionados ao molho curry após o fogo ter sido desligado. São deixados cobertos na panela apenas para esquentarem.

A castanha de cajú, a cebolinha verde e o coentro são adicionados diretamente no prato depois de servido.

Quinoa é uma super potência. É uma fonte completa de proteínas e fornece todos os amino ácidos essenciais de uma forma muito balanceada tornado-se assim um grão completo.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Polenta com ragú de champinhon




quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Feliz 2009!

Olá, feliz 2009!

Para aqueles que não me conhecem, meu nome é Kelston e moro em Key West bem no sul da Flórida. Uma ilha caribenha que fica apenas a 145 kilometros de Cuba. Nasci em Porto Alegre e tive a oportunidade de morar em Minas Gerais, São Paulo, Rio, Bahia, Espanha, Itália e Estados Unidos. Passei longos periodos na Índia e na Tailândia.

Desde muito cedo aprendi a comer de tudo, e o mais importante: comer saudável. Devo isso devido a insistência dos meus pais. Nossa, quantas broncas levei porque tinha que comer o tal do brócolis (eu nunca diria na época que se tornaria um dos meus alimentos favoritos). Sempre tive uma grande paixão pela culinária, pois cresci assistindo meus pais, avós, tios e tias, enfim toda a família sempre preparando pratos maravilhosos. Sou de origem espanhola e italiana e sempre tive o privilégio de experimentar muitas receitas diferentes. Apesar dessa miscigenação, minha cozinha predileta é a do nosso Nordeste no Brasil. A abundância de sabores, aromas e cores são inigualáveis.

Minha primeira experiência profissional no campo da culinária foi na Itália onde trabalhei como ajudante de cozinha por 4 anos. Foi nessa época que eu sedimentei minhas raízes culinárias de forma que nem eu mesmo imaginava.

Até então, sempre comi de tudo. “Paquerei” muito de leve com o vegetarianismo em alguns momentos da minha vida, mas como eu andava pelo mundo com minha mochila nas costas, nunca havia parado para pensar mais a fundo o verdadeiro significado de ser vegetariano.

O periodo que passei na Índia foi a minha jornada mais próxima até então ao vegetarianismo, sem nenhum animal, embora ainda consumindo derivados. Por coincidência (ou não), logo após ter partido da Índia, fui ao Brasil visitar meu pai que na época estava lendo um livro sobre alimentação saudável (Eat For Life), e ele me presenteou com um exemplar. Foi a primira vez que brotou dentro de mim o desejo de me alimentar bem. O livro me despertou a noção que estava adormecida dentro de mim: que comida nada mais é do que combustível para o corpo, a mente e o espírito. É fundamental termos consciência sobre o que colocamos dentro do nosso corpo. Afinal de contas o nosso corpo é o nosso templo. Já que nós humanos veneramos tantos templos pelo mundo afora, porque não fazer o mesmo com o que é nosso?

Levei o livro comigo quando me mudei para a Califórnia e segui minhas aventuras pelo mundo da saúde. Aliás foi nesse livro que eu li pela primeira vez: “você é aquilo que come” (thy food thy remedy). Para minha sorte fui morar com minha irmã que já naquela época era vegetariana também.

E assim foi o começo dessa jornada.

Infelizmente, como a maioria das pessoas, por questões de desinformação, ou praticidade, estilo de vida, amigos e família (esses foram sempre grandes obstáculos), por questões sociais, culturais (veja bem, nascido no Rio Grande do Sul, onde a carne está presente em tudo), e por outras várias questões e obstáculos, acabei indo e vindo nas minhas dietas vegetarianas, e muitas vezes voltei a comer animais outra vez. Uma pena quando penso quanto tempo desperdiçei, mas na verdade não foi nenhum desperdício pois afinal é tudo parte da nossa evolução pessoal. Não estamos competindo contra ninguém, e nossa jornada é individual.

Foi aqui em Key West que uma força interior muito grande me levou a ser vegetariano outra vez. Por ironia do destino, isso me custou meu casamento, pois a forma saudável como passei a me alimentar tornou-se um problema segundo minha ex esposa. Fui chamado de excêntrico muitas vezes, principalmente quando íamos comer na casa de alguém. Mas (in)felizmente eu não estava mais disposto a voltar atrás. Na verdade a culpa não é dela, pois fui eu quem mudou. Talvez por falta de um diálogo mais aberto, quando nos demos conta já haviamos crescidos em caminhos opostos e entre várias outras razões o casamento terminou.

Também aqui em Key West, passei estudar o outro lado da moeda e me dei conta que o vegetarianismo não é apenas o que é bom para mim. Passei a entender também a realidade brutal que existe por detrás de cada pedaço de animal que comemos. A realidade é tão sórdida que terei que deixar esse assunto para outra hora. E mais um tema que pretendo abordar no futuro é o impacto no nosso planeta causado por dietas a base de animais. Tudo sempre a título de informação apenas.

É aquela velha história: cabe a cada um de nós decidir o que fazer com as informações recebidas.

Quanto mais aprendo e quanto mais experimento com as mais diversas receitas que crio, e/ou copio, mais me dou conta que o processo natural para mim é mesmo ser vegano. Por mim, pelos animais e pelo nosso planeta, não consumo nada que seja de origem animal. Aliás estou repondo minhas roupas também. Não jogo nada fora, lógico, mas cada vez que chega a hora de repor uma peça de roupa, eu não compro mais nada de origem animal.

Não estou aqui para dizer a ninguém o que comer ou o que não comer, vestir ou não vestir. Como falei antes, cada um de nós segue a sua jornada individual. O crescimento espiritual de cada um cabe a si próprio. Estamos todos nos mais diversos níveis de evolução. Quero apenas ter a oportunidade de repartir o bem, de fazer parte da luz, de poder contribuir para a melhoria geral da nossa qualidade de vida como um todo, e como habitante do planeta Terra, tomar conta da ‘Nossa Casa’. O nosso planeta não precisa de nós, mas nós precisamos dele e nós “temos que ser a mudança que queremos ver”.

Sempre passo muito tempo pesquisando e lendo muito sobre alimentação saudável, vegetarianismo, veganismo, crueldade contra outros seres do planeta, etc . Sou uma pessoa comum. Não sou nenhum doutor ou magistrado. Pelo contrário, me formei em hotelaria no Rio. O intúito desse blog é apenas repartir o que vou aprendendo, muitas vezes aos trancos e barrancos, pelos caminhos da vida.

E diante de tantas buscas, leituras e pesquisas tenho reparado que ultimamente, naturalmente e cada vez com mais frequência, me encontro brincando com a culinária crudívera. O que posso dizer a esse respeito, é que apesar do pouco tempo me alimentando quase que exclusivamente de alimentos crús meu corpo está regojizando de tal forma que tentarei por algum tempo apresentar sempre que possível receitas crudíveras aqui no blog. Vamos ver no que vai dar essa ‘brincadeira’.

Obrigado por ter lido essa matéria. Qualquer comentário ou crítica é sempre bem vindo.

Desejo muita paz e muita luz para todos. O segredo é o equilíbrio em tudo o que fazemos. Resta saber aonde mora o equilíbrio em cada um.

Siga o seu coração!
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Tagliatelle de Zucchini com molho marinara (receita crudívera)


terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Salada 08 Potpourri


segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Macarrão Japonês (Lo Mein) com tofu, tomate, brócolis, abobrinha e abacate


domingo, 28 de dezembro de 2008

Caleidoscópio - Beterraba com molho de tomate e pimentão servido com brotos de alfafa, cogumelos e pepino (receita crudívera)


terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Ratatouille


Penne com Pimentão Grelhado